Do que me contaram, diz-se que em Bizâncio o povo vivia a bater boca sobre, por exemplo, quantas almas podiam se equilibrar na cabeça de um alfinete. E lá em casa, se por um lado o nível das discussões não era tão elevado, por outro, a inutilidade dos temas era de uma bizantinice só. Feita esta pequena introdução, apresento-lhes umazinha, apenas para ilustrar.
Meu pai perguntou ao meu avô (sogro dele) se um mamão, à velocidade da luz, seria capaz de perfurar uma rocha. (Adendo: antes, ele consultou um primo engenheiro, para dar respaldo a sua tese.) Responde o meu avô, com uma pergunta crucial: “O mamão é verde ou maduro?” Por causa desse detalhe, nunca conseguiram avançar na discussão…















on Dec 8th, 2007 at 9:07 am
Oi, Ricardo. Obrigado pela explicação. Espero que não tenha soado pedante.
A postagem sobre Diogo não ficaram lá essas coisas, bem sei, mas quem combate monstros pode acabar virando monstro também, né?
Abraços do Lúcio Jr.
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on Dec 10th, 2007 at 6:56 am
Lucio Jr., não entendi.
Explicação?
Postagem sobre o Diogo?
Será que vc não confundiu os Ricardos?
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