“Nenhum deus, venerado pelo povo, recebeu as honras do Olimpo; e nenhum demônio, temido por ele, saiu do inferno. Há deuses e demônios menos pessoais, mais humildes, mais obscuros… São deuses que assumiram formas vegetais, cujos elementos divinos ou demoníacos se escondem sob a forma de uma planta, de uma árvore…”
A. de Gubernatis.
Vendo esta capa na estante, e tendo um pouco a dizer (mas não hoje) sobre o seu conteúdo mágico, sobre tudo o que ele fala de quem sou, percebi algo para lá de intrigante: mais do que o Peyotl, ingerido em rituais Huicholes, Tarahumaras ou Tepehuanes, o que me enleva, boa parte das vezes, é o próprio livro. É para ele a minha reverência.
(Outra hora falo do conteúdo.)















on Nov 26th, 2007 at 10:07 pm
Cara (desculpe a intimidade, mas é assim que chamo os amigos), que surpresa agradabilíssima teu blog. Seu texto é muito bom, humor refinado, português impecável, leitura agradável…e para minha completa estupefação ainda encontro o meu blog indicado aqui. Como conseguiste a proeza de encontrá-lo? O teu acabei de linkar do Weblog do PD.
Para finalizar, quando escrever sobre o conteúdo do livro, do qual fiquei curioso, explique a sua relação com ele.
Parabéns.
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on Nov 27th, 2007 at 6:01 am
bom dia! ricardo esse post me mandou back to the past, pra california dos anos 80 onde experimentei mescalina ! naquela epoca carlos castaneda bombava no mundo undergroung…ele mesmo fazia “iniciaçoes” no campus da ucla…kkkk
putz, outros tempos…schartzenegger ainda malhava 24 hrs e nem era republicano….
by the way, ja ouviu falar que castaneda era…brasileiro ? :-))
bonne journée seu ricardinho, beijos
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on Nov 27th, 2007 at 7:49 am
Guilevy, não podia deixar de lincar o teu blog, de que gostei muito. Encontrei em função de comentários teus lá no Weblog do PD.
Ainda não fiz comentários no teu blog, mas deixe estar que darei os meus pitacos por lá tb. Ah, e que prazer ler essas tuas palavras elogiosas, cara! (Viu? Amigos!)
Abração
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on Nov 27th, 2007 at 7:53 am
Confetti, essa de que ele era brasileiro eu não conhecia! Mas quando morei no México, alguns amigos faziam parte de uma turma que o conhecia e que andava por uns desertos em rituais do gênero “Las enseñanzas de Don Juan”. Não participei, mas tive outras experiências próximas do assunto. Outra hora eu conto, de repente ponho como post por aqui, aproveitando a deixa do Guilevy.
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