- Um flanelinha;
- Um guardador de carros uniformizado;
- Um taxista com o seu carro (irregularmente) parado, de portas abertas, numa esquina do Leblon (mas podia ser em qualquer esquina);
- Uma noite de outono, temperatura amena.
“Preparo”:
Junte esses três representantes de categorias que se odeiam e o resultado certamente não será dos mais palatáveis. Já no Rio de Janeiro, num certo sábado, dia de São Jorge, três dessas figuras dedicavam-se a cantar e sambar, ao som de Zeca Pagodinho, com percussão de caixas de fósforos Fiat Lux e acompanhados de sorrisos dos passantes, o da minha mulher e o meu incluídos.
Apesar de tudo — e ponha tudo nisso! —, eu gosto muito de você, Rio de Janeiro.
















on Dec 21st, 2007 at 3:20 pm
ah que saudade do riodeja !! morrendo por esse momento da chegada,o mar, as favelas, o verde,aquele cheiro de merda ali no galeao ! kkk
rio mon amour !!
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on Dec 21st, 2007 at 3:25 pm
imaginando aquela feijoada no sabado, parentes, amigos, samba e pagode… nao entendo como tem neguinho que nao curte pagode ! eu curto o rio com tudo, até funk e cozido com jilo,o sotaque, a estrada pra petropolis, o quitandinha ! hahaah
putz nunca mais tinha pensado nisso…que sorte eu tenho em ser carioca …)
beijos seu ricardo
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