Noite. Rua. (Vazia.)
Sozinho, à procura; surge outro.
— O que foi?
— Perdi a chave.
— Quer ajuda?
— Quero.
(Meia-hora; em vão.)
— Dê uma dica. Perdeu onde?
— No breu do beco, lá atrás.
— Por que procura aqui?
— Tem mais luz.
Prolegômenos, (re)flexões e nadas, de todo tipo.
Noite. Rua. (Vazia.)
Sozinho, à procura; surge outro.
— O que foi?
— Perdi a chave.
— Quer ajuda?
— Quero.
(Meia-hora; em vão.)
— Dê uma dica. Perdeu onde?
— No breu do beco, lá atrás.
— Por que procura aqui?
— Tem mais luz.
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Um tema de Ravi Varma adaptado por Rafael Reinehr
on Jan 15th, 2008 at 6:56 am
Pior que eu ri, e um montão, ainda por cima.
eugostodeumacoisaerrada.wordpress.com
[Responder]
on Jan 15th, 2008 at 9:59 am
Tem mais é que rir, Rach, ainda mais porque se esse arremedo de poema (já disse que sou bem ruinzinho na área) descreve a “solução” que qualquer um de nós volta e meia arruma para lidar com seus problemas, debochar dessa atitude ridícula tb é uma boa alternativa, né? ;-P
Só não é a melhor quando se trata de uma questão realmente grave. Nessas horas, podemos no máximo “rir de nervoso” e temos mais é que enfrentar os nossos temores e entrar nos tais becos escuros onde de fato perdemos aquilo de que verdadeiramente precisamos…
[Responder]
on Oct 6th, 2008 at 7:06 pm
[...] um dos pontos sobre os quais que quero refletir: a tendência de centrarmos nossas baterias sobre o que aparece sob a luz, mesmo quando aquilo que deveríamos investigar está sobretudo nas [...]