Ágora com dazibao no meio

Prolegômenos, (re)flexões e nadas, de todo tipo.

Eu, você, eles. Quem não?

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Noite. Rua. (Vazia.)
Sozinho, à procura; surge outro.

— O que foi?
— Perdi a chave.
— Quer ajuda?
— Quero.

(Meia-hora; em vão.)

— Dê uma dica. Perdeu onde?
— No breu do beco, lá atrás.
— Por que procura aqui?
— Tem mais luz.

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0 Comments

  1. Pior que eu ri, e um montão, ainda por cima.

    eugostodeumacoisaerrada.wordpress.com

  2. Tem mais é que rir, Rach, ainda mais porque se esse arremedo de poema (já disse que sou bem ruinzinho na área) descreve a “solução” que qualquer um de nós volta e meia arruma para lidar com seus problemas, debochar dessa atitude ridícula tb é uma boa alternativa, né? ;-P

    Só não é a melhor quando se trata de uma questão realmente grave. Nessas horas, podemos no máximo “rir de nervoso” e temos mais é que enfrentar os nossos temores e entrar nos tais becos escuros onde de fato perdemos aquilo de que verdadeiramente precisamos…

  3. Pingback: Torre de Babel, uma entre tantas | Ágora com dazibao no meio

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