Quando vi a sua filha, adorei o contraste. Juntar os meus panos de bunda com uma depressiva-reflexiva, cética até a medula e ainda por cima meio grossa, dessas que não levam desaforo pra casa, foi tudo o que as minhas manias sempre pediram a Deus. Mas a senhora me trapaceou. Validade só de um mês foi sacanagem! Pior: além de embarcar em todas as minhas maluquices, ela nunca mais me deu um esporro bem dado. Unzinho sequer! Tome, faça o que quiser com ela. E pra que eu pegue de volta, só do jeito que a senhora me prometeu: igualzinha a minha mãe.















on Sep 11th, 2008 at 5:38 pm
RECEBI!!!! Esse eu recebi pelo feed!!!!
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on Sep 11th, 2008 at 5:41 pm
Ufa, que bom! Já não sabia mais o que fazer…
Bjs
P.S. Já se adaptando à nova agência?
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on Sep 12th, 2008 at 10:38 am
Será que nós homens sempre procuramos a figura materna em nossas mulheres?
Se for mesmo assim, tá explicado porque ainda não achei minha cara-metade-encaixe-100%: não pode haver outra mulher mais perfeita que a minha velha… :-))
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on Sep 12th, 2008 at 10:39 am
Ou melhor: “tão perfeita quanto”…
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on Sep 12th, 2008 at 10:42 am
Eu acho tudo isso um clichê Freudiano. Se fosse assim, por não conhecer meu pai, eu sairia por aí caçando diversos homens sem ter um padrão de escolha… Opa, peraí, não é que é assim mesmo? hehehe Brincadeirinha…
Eu posso deturpar a realidade em prol de qualquer doutrina que eu aceite. A psicanálise é quase como uma religião.
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on Sep 12th, 2008 at 10:48 am
A Nat deu seu parecer cá embaixo. Da minha parte, fico no meio do caminho: entre dizer que se trata de um clichê — e é meio superficial e equivocado —, e dizer que costumamos mesmo ser muito clichês — e, portanto, essa “busca da mãe” é mais comum do que se pensa, hehehe!
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on Sep 12th, 2008 at 10:52 am
“Se fosse assim, por não conhecer meu pai, eu sairia por aí caçando diversos homens sem ter um padrão de escolha…”
Ué, Nat, mas não é isso o que vc costuma fazer, ir em busca do padrão perdido, digo nunca tido? ;-P
(Não resisti ao péssimo trocadilho proustiano, hehehe!)
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on Sep 12th, 2008 at 10:53 am
Se eu não fosse tão bem casado, pediria o telefone dela… mas com todo o respeito do mundo!
Abraços
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on Sep 12th, 2008 at 10:59 am
Darwinista,
“A perfeição é uma meta
Pretendida pelo goleiro
Que joga na seleção
E eu não sou Pelé nem nada
Se muito for eu sou um Tostão”.
Gilberto Gil
A busca da perfeição ajuda na formação de parâmetros, mas dificulta na hora de encontrar. Tudo bem, a vida é busca. Deus está no meio.
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on Sep 12th, 2008 at 11:18 am
Anrafel, bem que vc poderia fazer um blog, se é que não já tem e apenas esconde dos amigos…
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on Sep 12th, 2008 at 12:05 pm
Ricardo C.,
Não, não tenho blog. Contento-me em ler e/ou comentar em alguns (bons) deles, como o seu, por exemplo.
Mas a sugestão está anotada, e obrigado pela generosidade.
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on Sep 12th, 2008 at 10:47 pm
Pois é Ricardo, por isso comentei e não é que é assim mesmo?
A diferença é que não acredito ser a primeira afirmação o motivo da segunda afirmação…
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on Sep 13th, 2008 at 12:01 am
Leria um blog do Anrafel, com certeza.
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Tá devolvendo a patroa, ou pedindo uma noitada sado, Ricardo Cabral?
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on Sep 13th, 2008 at 5:38 pm
Pax, vc sempre querendo que a minha ficção seja autobiográfica, né? Na-na-ni-na-ni-na!
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