Leia.
Agora, passe de novo os olhos pelo que leu.
Está certo de ter entendido? Se sim, siga em frente, e se tiver vontade de (e o que) comentar, pode que seja boa hora para fazê-lo. Mas se não entendeu, há algumas alternativas:
Opção 1. Formule algumas perguntas ao autor. (Procure fazê-lo num tom que valorize o conteúdo das perguntas, evitando críticas por conta da forma — a de agressividade, por exemplo, é uma crítica bastante comum. Além disso, esforce-se para ser claro, caso contrário o autor também não as entenderá e a confusão irá ainda mais longe.) Com sorte, você receberá uma explicação do que disse o autor, decerto com outras palavras. Com mais sorte ainda, ele também será claro em sua resposta — espera-se que, ao menos, claro para você.
Opção 2. Volte à primeira palavra deste post, e acrescente o prefixo “re-”.
* * *
Reli o que escrevi.
Passei de novo os olhos, só por desencargo de consciência.
Entendi o que li, mas sou suspeito: a autoria é minha. Mantenho, mesmo assim, o meu entendimento do que li. Sigo então a recomendação do texto, passando ao(s) comentário(s), e tomara que a hora seja boa:
Comentário 1. O título do post alude a outro, evidentemente, mas não sei se a relação entre o que é dito em ambos é tão evidente como parece pensar o autor.
Comentário 2. O tom do texto soa mordaz, embora saiba que o objetivo do autor tenha sido bem mais leve, apenas ironia, e dirigida não aos que o lêem costumeiramente, mas sim aos “monólogos travestidos de diálogos” e aos “diálogos de surdos” que ficaram ainda mais visíveis no veloz ambiente virtual.
Conhecendo o modo de agir habitual do autor e um pouco do que ele pensa — algo que é facilitado pelo que ele escreve em seu blog —, dilui-se qualquer traço corrosivo. O problema é que a maioria não o conhece. Sendo assim, o resultado continuaria soando agressivo para qualquer leitor desavisado.
Comentário 3. Há um possível “efeito colateral” de tudo o que foi dito abaixo dos asteriscos: um cheiro de autoindulgência.
Tsc tsc tsc.













on Dec 26th, 2008 at 11:07 pm
Uou. Psicodelia pura. Será que entendi?
Na mesma linha escrevi, uma vez, a “Crônica do crítico literário”. Vou procurar para lhe enviar…
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Ricardo C. Reply:
December 27th, 2008 at 1:04 pm
Mande sim, RR, vou gostar de ler!
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on Dec 27th, 2008 at 11:24 am
“Entre eles todos falam e ninguem sabe compreender. Tudo cai à água mas nada cai em fontes profundas.
Entre eles tudo fala e nada resulta nem alcança a maturidade.
Todos cacarejam, mas não haverá um para ficar no ninho a chocar os ovos.”
Nietzsche - Assim Falava Zaratustra.
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Ricardo C. Reply:
December 27th, 2008 at 1:06 pm
Boa, Pax! Nietzsche, só para reiterar como não há nada de novo no que eu disse…
E você, como sempre, dialoga!
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on Dec 28th, 2008 at 11:54 am
Este blog faz-me lembrar que sempre que estou no fim também estou no início…
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Ricardo C. Reply:
December 29th, 2008 at 7:17 am
Dirceu, confesso que não entendi… Que “eterno retorno” é esse?
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dirceu barquette Reply:
December 29th, 2008 at 9:13 am
Desculpe!! O contexto estava na minha mente e não em seu texto
Na noite deste último sábado veio a decisão (sábia? Ainda não sei…) de parar de fumar. Era o fim…
Ontem, veio o desespero… Já sei… Google… Acupuntura … “Blogues”… Dazibao… Quem…?
De volta ao início!!!
princípios…
meios…
e afins…
Estou feliz com esse novo vício. Talvez, no fim, volte a fumar…
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on Dec 28th, 2008 at 5:57 pm
Ficou ótimo… talvez apenas o link para o “Diálogo 1″ devesse ter aparecido antes.
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Ricardo C. Reply:
December 29th, 2008 at 6:08 am
Grande Ulisses, privilégio tê-lo por aqui! E você está é sendo indulgente comigo, hehehe!
Quanto ao link, tentei encontrar uma solução para que aparecesse mais cedo, mas confesso que não consegui… Aceito sugestões!
Abraços e bom 2009
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on Dec 29th, 2008 at 1:06 am
Belo texto!
E Feliz Ano Novo!
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Ricardo C. Reply:
December 29th, 2008 at 6:08 am
Pra você também, Alba!
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