“Sou medíocre demais pra ser vaidoso.”
E a mão dela ensaiou um agrado em seu pescoço — a direção parecia essa —, que ladearia, assim me ocorreu, o discreto sorriso dirigido a ele. Mas desviou-se para o livro de poesias do autor iraquiano do mês, e nem ele nem ninguém, salvo eu e aqueles que estavam fora do meu raio de visão e interesse, percebeu.
No corredor seguinte, depois de pagarem os livros no caixa e seguirem a caminho do café, pararam na estante dos dicionários. Ela levantou os calcanhares, não de todo, e beijou-lhe o ombro. (As panturrilhas tremeram um pouco.)
Serviu de consolo, acho.















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