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Posts under ‘religiosidade’

Nota (mais do que) de rodapé sobre o sem-sentido, a angústia e as religiões

O Pedro Doria postou um curto vídeo do Richard Feynman, e deixei um comentário por lá. Como a discussão naquelas bandas encaminhou-se para a questão do Feynman ter participado da criação da bomba atômica, o povo agora está discutindo a II Guerra Mundial, assunto que não me interessa no momento. Dai resolvi trazer o comentário [...]

Crença, fé e experiência religiosa (3): o que dizer desta última?

“Acerca daquilo de que se não pode falar,
tem que se ficar em silêncio.”
Ludwig Wittgenstein*
A epígrafe é tanto um aviso quanto um álibi. Por quê? Ora, porque é tempo de dar conta da tal experiência religiosa… E esta, o que seria? Sem contar outras questões como, por exemplo, será que ao falarmos em religião, religare, automaticamente [...]

Crença, fé e experiência religiosa (2): a fé

Dando seqüência ao post anterior, sigamos no tema da religiosidade humana. E o mérito do raciocínio deste de agora continua sendo do Ken Wilber, um pensador para lá de interessante — embora um tanto pretensioso, penso eu. Mas essa suposta pretensão é cheia de insights poderosos, que renovam algumas discussões sobre as ciências e [...]

Crença, fé e experiência religiosa (1): a psicodinâmica da crença

Comprei esse livro aí do lado em 1987. Pelo menos é o que me faz supor a folha de rosto, já que esse ano aparece abaixo do meu nome, e onde também consta o valor de 390,00, expresso em Cruzados, moeda da época.
Sempre guardei desse livro uma categorização que ainda hoje muito me agrada, e [...]

Agnosticismo, ateísmo e um gosto pela religião

Começando: sim, considero-me agnóstico. Alguns já sabem disso, e há sinais de minha posição em algum post neste mesmo blog. E não, isso não quer dizer que eu seja ateu. Não se trata da mesma coisa, e também já disse isso noutro canto. A diferença entre os dois é mais do que sutil: o ateu [...]

Reflexões (pouco) religiosas

Não acredito (muito) em Deus.
Tem razão, esse parêntese não foi um bom começo. Afinal de contas, nos dias de hoje a palavra de ordem é “convicção”: pense o que pensar e, principalmente, diga o que disser, é preciso mostrar-se convicto. Mesmo se tiver que relativizar ou até mesmo contemporizar, faça isso cheio de certezas, caso [...]

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